

Por Thiago Sousa / 20 de Julho, 2015
Era uma vez, em uma terra não muito distante, uma menina considerada como uma princesa por todos; sonhava em um dia encontrar seu príncipe, quando de repente foi surpreendida pelo destino em mais uma de suas viagens com seus pais, onde ela o viu pela primeira vez. Foi uma mistura de tensão e alegria, suas trajetórias cruzaram-se no momento certo e como em um passe de mágica, como nas melhores histórias de amor, tudo fluiu.
O tempo passou, o amor aumentou e tudo se encaixou.
Para ela, o carinho dele se tornou o melhor remédio do mundo, considerava seu abraço o lugar mais seguro para estar, alguma coisa em seus olhos a fazia se perder, a voz dele acelerava seu coração e ela queria aquele sentimento para o resto da vida e jurava que isso iria acontecer.
Ela dividia sua vida em antes e depois dele.
Mas em um domingo qualquer, ao deixá-la em casa, ele estava ofegante, a calma que sempre passou não existia naquele instante, seu olhar inseguro tirou toda a segurança que ela tinha nele, até que ele falou por uma hora e meia, de suas traições, seu verdadeiro jeito de pensar e como se sentia mal há anos. Mas a última frase falada por ele foi a que a marcou mais:
“Sei o quanto gosta de mim e por saber disso nunca fui capaz de te falar que nunca te amei”.
Ela saiu sem conseguir falar uma palavra, a linda princesa chorou por três dias e três noites e a partir daquele momento.
Continua.
